
Última modificação em 13 de outubro de 2026 às 10:47
A exposição “Mesmo que breve”, realizada nesta sexta-feira (16), das 9h às 18h, no Centro Amazônico de Fronteiras da Universidade Federal de Roraima (CAF/UFRR), em Boa Vista, convida a sociedade a conhecer histórias de famílias acolhidas pelo projeto Filhos Invisíveis.
Com entrada gratuita, o evento reúne 32 fotografias de dois metros cada e inclui apresentações musicais, dança, teatro e produções audiovisuais para abordar o luto materno e familiar, a preservação das memórias e a valorização da história de crianças que morreram ainda bebês.
Organizada pela médica e escritora Jade Forechi e pela dentista e fotógrafa Yasmin Denizard, a mostra também terá a atividade “A última memória”, às 16h30, com relatos das organizadoras e de outras mães. A participação é limitada a 120 pessoas, com inscrições pelo link.
Outro destaque é a narrativa audiovisual “Eles Estiveram Aqui”, que reúne imagens, vozes e memórias das famílias atendidas pelo projeto.
Além de promover o acolhimento, o Filhos Invisíveis busca ampliar o debate sobre saúde mental materna e políticas públicas para famílias enlutadas. Os recursos arrecadados com a iniciativa são destinados à compra de caixas de memórias para ajudar as famílias a preservar recordações de seus filhos.
Como apoiar
Empresas, instituições e profissionais interessados em contribuir com a exposição ou com a continuidade das ações do projeto Filhos Invisíveis podem entrar em contato com a organização. As possibilidades de parceria e divulgação de marcas seguem os critérios definidos para o evento e as normas da instituição anfitriã.
Além de promover a exposição, o projeto busca apoio para ampliar suas ações de acolhimento em Roraima. Os recursos arrecadados são destinados à aquisição de caixas de memórias entregues às famílias atendidas. A iniciativa objetiva oferecer um meio de guardar recordações e preservar a história de cada criança.
Mais informações podem ser obtidas pelos números (69) 99983-1033 ou (11) 99437-8289.
Fonte: Ascom