Alunos são de diversos cursos ofertados pela universidade. Foto: Divulgação UERR
Última modificação em 13 de novembro de 2025 às 10:20
O Ministério Público de Roraima (MPRR) arquivou a investigação que apurava uma suposta fraude no sistema de cotas para pessoas com deficiência no vestibular do curso de Medicina da Universidade Estadual de Roraima (Uerr). A decisão foi assinada pela promotora de Justiça Érika Lima Gomes Michetti.
A apuração teve início a partir de uma denúncia encaminhada à Ouvidoria-Geral do MPRR, que solicitou esclarecimentos à universidade. Em resposta, a Uerr informou que o edital do processo seletivo destinou 10% das vagas de cada curso a candidatos com deficiência e que todos os inscritos nessa modalidade foram avaliados por uma junta multiprofissional.
De acordo com a instituição, não foram constatadas irregularidades ou indícios de fraude durante a homologação das matrículas. A universidade também ressaltou que a adesão ao sistema de cotas é uma escolha voluntária do candidato, não havendo imposição por parte da instituição.
As avaliações e pareceres da comissão responsável foram devidamente registrados em atas internas, o que, segundo o Ministério Público, reforça a transparência e a regularidade do processo seletivo.
Encerrado o prazo para apresentação de novas informações pelo denunciante, não houve manifestações adicionais. Diante da ausência de provas ou de irregularidades, o MPRR determinou o arquivamento do caso.
Por: M3 Comunicação Integrada