Até o momento, o MGI não se pronunciou oficialmente sobre o aval para o certame. Foto: Divulgação
Última modificação em 24 de junho de 2025 às 08:48
Apesar de já ter garantido participação no Concurso Nacional Unificado (CNU) de 2025, o Ministério das Cidades enviou um novo pedido ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) para a abertura de um concurso público próprio. A solicitação foi feita dentro do prazo legal, até 31 de maio, e atualmente está em análise.
A requisição tem como objetivo a reestruturação do quadro de pessoal, conforme previsto no Decreto nº 11.468, de 5 de abril de 2023, e visa suprir a carência de servidores efetivos no órgão. O documento solicita a liberação de 105 vagas, todas destinadas a profissionais com formação de nível superior, distribuídas entre diversas especialidades.
O cargo com maior número de vagas é o de Analista Técnico-Administrativo, com 70 oportunidades. As demais vagas são para: Arquitetos (10), Engenheiros (10), Economistas (5), Assistentes Sociais (3), Contadores (3), Geólogos (2) e Sociólogos (2).
Segundo o ministério, a principal justificativa para o novo concurso é a insuficiência de pessoal, o que tem impactado negativamente na implementação plena das políticas públicas sob responsabilidade da pasta.
A solicitação também aponta que a demanda por novos servidores foi intensificada após o aumento das atribuições do órgão, decorrente da reorganização administrativa promovida pelo atual governo no início do mandato.
Até o momento, o MGI não se pronunciou oficialmente sobre o aval para o certame. Como ocorre com os demais órgãos do Executivo federal, o pedido passará por análise técnica e orçamentária antes que qualquer decisão seja tomada.
Caso seja autorizado, o Ministério das Cidades deverá definir detalhes como o quantitativo de vagas por região, estrutura dos cargos e critérios de seleção. Ainda não há previsão oficial para a publicação do edital ou início do processo seletivo.
Embora o CNU 2025 já contemple algumas vagas destinadas ao ministério, a pasta avalia que esse quantitativo não é suficiente para atender à sua atual estrutura. Por isso, defende a necessidade de um concurso próprio para reforçar seu quadro técnico e administrativo.
Fonte: Terra
Por: M3 Comunicação