
Última modificação em 20 de março de 2026 às 10:26
O Baré intensificou a preparação para a semifinal do Campeonato Roraimense GiroAgro 2026, marcada para este sábado (21), às 17h30, no Estádio Canarinho, diante do São Raimundo. O time chega ao confronto após garantir vaga na quarta colocação, com 15 pontos, 17 gols marcados e apenas sete sofridos — a segunda melhor defesa da primeira fase.
Do outro lado, o adversário entra em campo com a melhor campanha do torneio e o ataque mais eficiente da competição, o que aumenta a expectativa por um confronto equilibrado.
Clima de decisão
Para o técnico Paulo Chaves, a semifinal representa um novo cenário dentro do campeonato. “É um jogo à parte, uma decisão. O São Raimundo fez a melhor campanha, mas agora começa outra competição. O que passou ficou para trás”, afirmou.
O treinador destacou ainda que a classificação ao mata-mata era um objetivo inicial, embora o grupo almejasse uma posição melhor. “Agora está tudo igual, sem vantagem. É construir nossa história em um jogo decisivo”, completou.
Liderança e confiança
Capitão da equipe, o zagueiro Airton ressaltou a força coletiva como diferencial. “Temos um grupo forte dentro e fora de campo, resiliente e focado. É o jogo mais importante do Baré no ano”, disse. Para ele, o confronto carrega um peso especial: “É o jogo da nossa vida”.
Ataque preparado
Artilheiro do time, o atacante Muniz reconheceu o desafio diante de um sistema defensivo sólido, mas demonstrou confiança. “Sabemos da qualidade deles, mas nosso foco começa pela defesa. Não sofrer gols facilita. E, como atacante, estou sempre buscando marcar, ainda mais em uma semifinal”, afirmou.
O jogador também minimizou o impacto da derrota recente para o GAS. “Não abalou. O grupo segue unido e focado na classificação”, completou.
Jogo de detalhes
Para o ponta Carlinhos, o equilíbrio deve marcar o confronto. “Semifinal é sempre difícil. Agora é detalhe: quem errar menos vai sair com a vaga”, avaliou. Ele também demonstrou confiança: “As chances vão aparecer, e precisamos aproveitar”.
Fonte: Folha de Boa Vista