
Última modificação em 23 de outubro de 2026 às 08:31
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) participam nesta sexta-feira (23) do debate promovido pela TV Globo, o último confronto entre os candidatos à Presidência da República antes do segundo turno, previsto para domingo (25).
O encontro está marcado para as 21h20, no horário de Brasília, logo após a exibição do Jornal Nacional, e será mediado pelo jornalista César Tralli.
Como será o debate
O debate será dividido em quatro blocos. No primeiro, os candidatos participarão de cinco rodadas de perguntas, cada uma dedicada a uma região do Brasil. Em cada rodada, Lula e Flávio terão três minutos para se manifestar.
Nos segundo e terceiro blocos, os presidenciáveis poderão escolher entre temas previamente definidos pela emissora. A lista inclui endividamento dos brasileiros, ensino integral, dívida pública, inteligência artificial, meio ambiente, políticas sociais, reformas, relações com Estados Unidos e China, retomada de territórios e Sistema Único de Saúde (SUS).
Já no quarto bloco, cada candidato terá oito minutos para abordar assuntos de livre escolha, com liberdade para distribuir o tempo conforme sua estratégia. Ao final, ambos terão um minuto e meio para as considerações finais.
Regras de circulação no cenário
Nos três primeiros blocos, Lula e Flávio poderão circular livremente pelo cenário durante seus respectivos tempos de fala. No entanto, deverão permanecer em seus púlpitos enquanto o adversário estiver falando.
No último bloco, a movimentação ficará restrita ao lado do cenário destinado a cada candidato.
Checagem das declarações
Equipes do g1, dos jornais O Globo, Extra e Valor Econômico, além da rádio CBN, serão responsáveis por verificar as declarações feitas pelos candidatos durante o debate.
De acordo com a emissora, o trabalho de checagem continuará até a conclusão das verificações, mesmo que não seja possível finalizar todas as análises enquanto o encontro estiver no ar.
Ao longo da semana, integrantes da campanha de Lula defenderam publicamente a realização da checagem das falas durante o debate.
“É fundamental que tenha checagem para a população brasileira saber a verdade em relação ao que é dito nos debates”, afirmou o senador Camilo Santana (PT-CE), porta-voz e integrante da coordenação da campanha petista.
Fonte: O Antagonista