
Última modificação em 27 de abril de 2026 às 09:46
A deputada estadual Tayla Peres (Republicanos) é a entrevistada da 60ª edição do podcast Papo M3 Realidades. Em um bate-papo descontraído, a parlamentar falou sobre a vida antes da política, a vivência em cargos públicos, família e outros temas.
Natural de Roraima, a deputada nasceu e cresceu em Boa Vista, onde, segundo ela, construiu desde cedo uma trajetória ligada ao trabalho e à responsabilidade.
“Meus pais eram comerciantes, então eu cresci nesse ambiente. Desde muito cedo, trabalhava no balcão, no caixa e ajudando nos corredores, sempre participando ativamente do comércio da família. Sempre conciliei os estudos com o trabalho. Aos 16 anos, passei a ajudar meu pai na administração do supermercado e, quando ele abriu um novo empreendimento, me colocou à frente da empresa. Desde então, assumi responsabilidades importantes, aprendendo a cuidar, administrar e liderar”, destacou a parlamentar.
Tayla Peres está no segundo mandato como deputada estadual, tendo sido eleita com 7.292 votos. A parlamentar é bacharel em Direito, possui pós-graduação em Direito Eleitoral e Gestão Pública, é casada e mãe de um menino. Antes de chegar à Assembleia Legislativa, atuou como vereadora na Câmara Municipal de Boa Vista.
Na primeira legislatura como deputada estadual (2019–2022), mandato conquistado com 2.608 votos, defendeu pautas como geração de emprego, ações sociais voltadas a famílias de baixa renda, empreendedorismo, saúde e o direito do consumidor.
A parlamentar presidiu o Procon Assembleia e a Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte. Também atuou como vice-presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência e do Idoso, além de defender a autonomia da mulher na escolha do parto.
Durante a entrevista, Tayla também abordou a presença feminina na política, especialmente na Assembleia Legislativa de Roraima e na Câmara Municipal de Boa Vista.
“A gente sabe que, ainda hoje, a maioria das bancadas é composta por homens. A presença masculina é mais forte, mas nem por isso deixamos de ser notadas ou nos sentimos menores. Muito pelo contrário: precisamos mostrar que estamos ali para representar a população e nos impor, demonstrando que somos capazes. Eu gosto muito de incentivar outras mulheres a participarem da política. Por onde passo, reforço essa importância. Nós, mulheres, muitas vezes somos mães e entendemos dores e realidades de forma muito sensível. Isso não significa que os homens não possam representar, mas a mulher tem um olhar, um cuidado e uma sensibilidade próprios, que também são fundamentais”, comentou a deputada estadual.
A entrevista completa pode ser acessada no canal do YouTube @papom3realidades.
Por: M3 Comunicação Integrada